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Greenpeace faz protesto no Maranhão e fecha porto

O Greenpeace bloqueou por cerca de seis horas o acesso ao Porto de Itaqui, em São Luís do Maranhão. O protesto pacífico comçeou por volta das 7h, quando o navio Rainbow Warrior, dos ativistas, impediu o acesso do navio Clipper Hope, contratado pela Viena Siderúrgia para carregar 31,5 mil toneladas de ferro gusa aos Estados Unidos, a sua carga  Foto: Greenpeace/Divulgação
O Greenpeace bloqueou por cerca de seis horas o acesso ao Porto de Itaqui, em São Luís do Maranhão. O protesto pacífico comçeou por volta das 7h, quando o navio Rainbow Warrior, dos ativistas, impediu o acesso do navio Clipper Hope, contratado pela Viena Siderúrgia para carregar 31,5 mil toneladas de ferro gusa aos Estados Unidos, a sua carga

Ativistas protestavam contra o uso de madeira extraída ilegalmente, com uso de trabalho análogo ao escravo e retirada de terras indígenas para alimentar as indústrias siderúrgicas ligadas ao ferro gusa. Alguns membros do Greenpeace embarcaram no Clipper Hope, enquanto outros ocupavam o Porto de Itaqui  Foto: Greenpeace/Divulgação
Ativistas protestavam contra o uso de madeira extraída ilegalmente, com uso de trabalho "análogo ao escravo" e retirada de terras indígenas para alimentar as indústrias siderúrgicas ligadas ao ferro gusa. Alguns membros do Greenpeace embarcaram no Clipper Hope, enquanto outros ocupavam o Porto de Itaqui.
Em terra, ativistas acessaram a carga de ferro gusa que deveria ser embarcada e estenderam sobre ela uma faixa em referência ao desmatamento associado à indústria e mote do protesto  Foto: Greenpeace/Divulgação
Em terra, ativistas acessaram a carga de ferro gusa que deveria ser embarcada e estenderam sobre ela uma faixa em referência ao desmatamento associado à indústria e mote do protesto

Em guindastes do porto maranhense, ativistas do Greenpeace também penduraram faixas. A ação no Itaqui levou ao acionamento das polícias Militar e Federal, além da Marinha, e o vice-governador do Estado, Washington Luiz de Oliveira, interveio na situação   Foto: Greenpeace/Divulgação
Em guindastes do porto maranhense, ativistas do Greenpeace também penduraram faixas. A ação no Itaqui levou ao acionamento das polícias Militar e Federal, além da Marinha, e o vice-governador do Estado, Washington Luiz de Oliveira, interveio na situação 


Vice-governador prometeu ao Greenpeace, ao falar com o diretor da campanha Amazônia, Paulo Adario, que intermediaria negociações da ONG com as indústrias de ferro gusa, para que essas últimas deixem de usar as madeiras obtidas ilegalmente, segundo o Greenpeace. Oliveira também prometeu não prender nenhum dos manifestantes nem apreender o Rainbow Warrior  Foto: Greenpeace/Divulgação
Vice-governador prometeu ao Greenpeace, ao falar com o diretor da campanha Amazônia, Paulo Adario, que intermediaria negociações da ONG com as indústrias de ferro gusa, para que essas últimas deixem de usar as madeiras obtidas ilegalmente, segundo o Greenpeace. Oliveira também prometeu não prender nenhum dos manifestantes nem apreender o Rainbow Warrior


Protesto foi encerrado depois que uma reunião entre o Greenpeace e representantes do setor de ferro gusa, Ministério Público Federal e Estadual do Maranhão, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Viena Siderúrgica foi marcada para segunda-feira  Foto: Greenpeace/Divulgação
Protesto foi encerrado depois que uma reunião entre o Greenpeace e representantes do setor de ferro gusa, Ministério Público Federal e Estadual do Maranhão, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Viena Siderúrgica foi marcada para segunda-feira

Site: Terra

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